Vígilias

7 de abril de 2013

Escrito por Vigílias em Colunas - 05/04/2013

Bancos

Os donos do Banco Bom Sucesso e do BMG são primos, porém se detestam. Os ânimos na família andam mais exaltados do que nunca, depois que os dirigentes do Bom Sucesso ironizaram a falta de competência de seus parentes, que se viram obrigados a contratar profissionais de São Paulo para dirigir o BMG. Ou seja, temos mais uma briga de família de banqueiros em Belo Horizonte. A outra, famosa por décadas, foi da família Araújo, controladora do Banco Mercantil. É isso aí.

 

Zé Dirceu em Minas

Mineiro do Sul do Estado, o ex-ministro José Dirceu estuda com seus advogados uma fórmula jurídica para cumprir pena em Belo Horizonte. Ele foi condenado no processo do mensalão e avalia que na Capital mineira tudo será mais fácil, mesmo distante do seu partido, o PT. Será?

 

Política em Santa Luzia

Circula nos meandros da política mineira que o prefeito de Santa Luzia, Carlos Calixto, está tocando sua administração em banho-maria, enquanto aguarda um pronunciamento do Tribunal Superior Eleitoral sobre um processo contra ele, que envolve inclusive um pedido de perda de direitos políticos.

 

Violência em BH

Os números são de 2012, mas foram divulgados apenas na semana passada. Os assaltos à mão armada cresceram cerca de 33% em Belo Horizonte, em relação ao mesmo período do ano anterior. Por aí se vê: o governador Antonio Anastasia ainda precisa trabalhar muito para minorar o sofrimento das pessoas vítimas de violência na Capital mineira.

 

Atuação do Burguês

Agora já devidamente inocentado pela Justiça Eleitoral no processo que pedia a sua cassação, o presidente da Câmara de BH, vereador Léo Burguês, promete trabalhar algumas horas a mais, diariamente, para desemperrar a pauta. Ele tem expectativa de votar muitos projetos de interesse coletivo. “Vamos mostrar produção”, garante o presidente.

 

PCdoB ou PSB?

Na semana passada, uma campanha no horário gratuito da TV exibiu algumas cenas nas quais deputados e outros filiados do PCdoB garantiam que a sigla é a que mais cresce em Minas. Engraçado que os membros do PSB, partido do prefeito de Marcio Lacerda, dizem a mesma coisa: são eles que mais crescem em nosso Estado. Afinal, quem está falando a verdade?

 

E por falar em Lacerda…

O prefeito Marcio Lacerda esperou a calmaria da Semana Santa para demitir com uma canetada só cerca de 150 funcionários de terceiro escalão, os denominados supertécnicos, nomeados ainda em sua primeira gestão na PBH, cujas indicações teriam ligações com o mundo do PT. Para muitos, fica cada vez mais claro que o atual prefeito caminha em lado oposto ao projeto político do Partido dos Trabalhadores. Vale dizer que diante desta sua decisão dificilmente haverá clima para que ele fique ao lado de Pimentel, candidato a governador em 2014.

 

Simão ficou de fora

Defensor ardoroso da presidente Dilma Rousseff, o empresário e presidente do PSD mineiro, Paulo Simão, esperou até o último instante para ser convidado a assumir o Ministério dos Pequenos e Médios Empresários. Agora, ele anda resmungando, mal humorado, lamentando a sua falta de prestígio junto ao Palácio do Planalto. Coisas da política, caro presidente.

 

Poder das mineradoras

O lobby das mineradoras atuou forte nos bastidores do Congresso Nacional, e com isto, conseguiu a façanha de aprovar o nome do deputado mineiro Bernardo Santana como relator do projeto estabelecendo, o Marco

 

Regulatório do setor mineral

Cena única – No final da semana passada, em Brasília, outro deputado federal mineiro, Gabriel Guimarães (PT), estava todo cabisbaixo pelos corredores da Câmara. Ele também figurava no páreo para ser indicado ao cargo que Santana foi eleito. “A cúpula do Palácio do Planalto que queria meu nome, não trabalhou para isto”, reclamava timidamente, o ilustre político. Lutar contra poderosos, não é para qualquer um não, seu Gabriel.

 

Espaço caro

Agora sob nova direção, o Mercado Central de Belo Horizonte deve colocar em prática uma série de inovações. Mudanças das quais incluem erguer mais quatro andares no prédio. Enquanto isto, o mercado imobiliário continua apontando o local como o metro quadrado mais caro de Minas Gerais. A conferir.

 

Blogueiro intransigente

Depois de derramar adjetivos pejorativos contra as famílias que dominam o Sistema Globo de Comunicação e os controladores da Editorial Abril, o blogueiro Rodrigo Vianna, em entrevista à TV Assembleia, confessou que mantém um blog no ar com sucesso de acessos, porém seu retorno financeiro advém do salário que recebe como funcionário da TV Record.

Comentário Único – A TV em questão é controlada pelo bispo Edir Macedo, ou seja, pela Igreja Universal. Mas contra a empresa onde trabalha o blogueiro nada questionou. Só pede que as autoridades revejam as concessões e tomem alguma providência contra o monopólio dos outros. Que incoerência…

 

Fiat X Insegurança

É sempre bom lembrar que a fábrica da FIAT, em Betim, está localizada bem em frente ao populoso e um dos mais violentos bairros da Região Metropolitana da Capital mineira, o Jardim Teresópolis. Bem que a direção da fábrica poderia ajudar, investindo no social, para dimunuir as ações marginais verificadas naquela imensa região. Vamos lá pessoal!

 

Lobista perfeito

Depois de ter ficado oito anos como prefeito de Ouro Preto, Ângelo Oswaldo fez tanto lobby em Brasília que terminou conseguindo ser eleito presidente do Instituto Nacional dos Museus (Ibram), ligado ao Ministério da Cultura. Estes ditos esquerdistas ‘populescos’ não perdem uma oportunidade, ora veja.

 

PR governista

Segundo o deputado estadual do Partido da República (PR) em Minas, Deiró Marra, a sua sigla deve apoiar o candidato a governador ligado ao chefe do Executivo, Antonio Anastasia. “Agora, em Brasília, pelo fato de termos conquistado um ministério importante como o dos Transportes, com a recente nomeação do ministro César Borges, a situação deverá ser completamente diferente”, antecipa o parlamentar estadual.

 

Onda negativa na Cemig

Depois de um Plano de Desligamento Voluntário, o denominado PDV, e consequente afastamento de dezenas de empregados, a Cemig avalia a possibilidade de promover mais demissões até o final do ano. Ou seja, a onda positiva ali verificada durante duas décadas, já não existe mais. Agora, por lá, tudo é interrogação.

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